As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 14/07/2019
Na segunda guerra mundial a sociedade europeia, era perseguida por Hitler, pode-se citar a vida de Anne Frank, que escreveu um diário detalhando sua trajetória junto de sua família durante a perseguição em meio à guerra em Amsterdã.
Em princípio neste período, a Europa contava com um regime nazista direcionado por Hitler que, o intuito era disseminar toda raça impura e de cor diferentes considerada pelo mesmo não perfeitos, dentre eles os negros, judeus e homossexuais.
Sob o mesmo ponto de vista a família de Anne Frank, era perseguida pela religião durante o período do Holocausto. Atualmente no século XX, ainda há presença de perseguições aos povos, por raça, religião, nacionalidade, posicionamento político e identidade de gênero.
Segundo o IPEA (Instituto de pesquisa econômica aplicada), em 2015 houve registros de 53 milhões de refugiados. O país onde mais recebe refugiados é o Brasil com cerca de 65% africanos, 22,7% sírios, 14% angolanos. Muitos deles fogem de seu país pois enfrentam guerras e crises econômicas e, em busca de expectativa de vida se arriscam no mar a fora para chegar em seus destinos.
Eventualmente, os refugiados tem por sua vez direitos de pedir asilo no país onde estão até que consigam se manter. Por outro lado, encontra-se uma grande dificuldade de conseguir oportunidade de trabalho e estudo, por consequência há preconceitos pela população como a xenofobia e o racismo.
Medidas são necessárias para disseminar o impasse, a ONU juntamente com suas parceiras UNICEF (Fundo das nações unidas para infância) e UNESCO (Organização das Nações Unidas para Educação, ciência e cultura) deve convocar um assembleia geral por meio de convites aos embaixadores de cada país para que venham discutir tais orientações e auxílios aos refugiados. Por meio de resoluções e leis que declarem os direitos aos exilados, afim de ampliar também a sociedade como tal conhecimento e abrindo um novo espaço e esperança de vida em uma nova nação ao expatriado.