As dificuldades do acolhimento de refugiados

Enviada em 16/07/2019

A convenção de 1951 esboçada pelo ONU (Organizações das Nações Unidas) definiu como refugiado, todas as pessoas que tiveram que sair de seu país de origem, e se encontram incapacitados de retornar, por motivos de guerra, violência ou perseguições. Pelo o mundo, cerca de 60 milhões de pessoas foram caracterizadas como refugiados, e metade dessa parcela é composta por crianças. A falta de elaborações de políticas eficazes de integrações para os refugiados refletem as dificuldades de acolhimento.

Primeiramente, é importante destacar que durante a segunda guerra mundial intensificou-se ainda mais o fluxo de refugiados pelo mundo. Fatores como perseguições políticas, religiosas, de raças e etnias, que são denomidadas como xenofobia. Como também, enfretam um fator de repulsão muito grande no mercado de trabalho, e a principal causa atrelada a essas dificuldades é o preconceito presente nas sociedades.

Metade dos refugiados são compostos por crianças, e devido a falta de recursos educacionais grande parte não tem acesso a educação, e muitas vezes se encontram sem suas famílias o que agrava ainda mais as condições desses indivíduos. Tendo que fazer a prática de trabalho infantil e sendo muitas vezes vítimas de abusos sexuais. Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), estimulou que existam cerca de 173,8 mil crianças desacompanhadas e separadas de seus responsáveis.

Deve-se costantar portanto, que os indivíduos que necessitam deixar a sua nacionalidade e migrarem para países que possuam estabilidade econômica e política, enfrentam diversos problemas no que tange a questão de acolhimento. Faz-se necessário a atuação do governo na implementação de políticas públicas que visem ajudar e acolher essas pessoas como, campos permanentes para refugiados disponibilizando de todos os recursos básicos e direitos humanos. Elaboração de leis eficazes, a fim de diminuir à prática de pessoas que cometem atos xenofobicos, e campanhas de arrecadação de recursos para doações. Medidas como essas devem serem tomadas por todos os países que abrigam refugiados.