As dificuldades do acolhimento de refugiados

Enviada em 12/07/2019

De acordo com a ONU, o mundo está presenteando a maior crise de refugiados do século, e de fato a situação também atinge o Brasil. Haja vista o pouco auxílio que essas pessoas recebem no país, em consonância com a insegurança do povo brasileiro diante da chegada de tantos imigrantes. O que certamente cria problemas na esfera política e social.

Primeiramente, é certo que uma nação sob a luz dos Direitos Humanos não deve conter em sua cultura a xenofobia. Nesse sentido, o amparo aos refugiados necessitados se torna um dever. Nesse caso, a situação exige uma ação rápida e eficaz, pois o número de imigrantes nesse estágio é crescente. Por exemplo, segundo a CONARE, no relatório “Refúgio em Números”, o Brasil reconheceu 10.145 refugiados apenas até o final de 2017, mostrando a gravidade da situação.

Ademais, também é relevante considerar que, por outro lado, a população se encontra em clima de insegurança. É notório que isso se deve ao fato de que o controle de entrada de imigrante pode ser considerado frágil, expondo o país à possibilidade de entrada de criminosos e pessoas com más intenções. Provocando, desse modo, o surgimento da xenofobia e desconforto.

Portanto, a situação exige a atenção da sociedade. Dessa forma, é dever do Estado - com o auxílio de ONG’s - promover políticas de inclusão e amparos aos refugiados em vulnerabilidade, por meio de auxílio no âmbito de alimentação e moradia até que os mesmos alcancem estabilidade financeira, com o fito de abraçar os necessitados e respeitar os Direitos Humanos. Destarte, é dever do Ministério da Justiça e Segurança Pública reforçar a segurança de aeroportos e portos brasileiros, por meio de maior controle de entrada de estrangeiros, com a finalidade de evitar incidentes com crimes. Deveras, a situação de crise no Brasil poderá ser amenizada com eficácia.