As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 15/07/2019
A dinâmica da globalização alterou totalmente as relações socioculturais entre os povos ao redor do globo, e com a divergência dos ideais políticos das nações, houve o início das grandes guerras. Tal adversidade, trouxe entre suas numerosas consequências, o aumento do fluxo de refugiados (legais e ilegais) em diversos países. Porém, acolhê-los é uma ação que deve ser feita com cautela por parte do Governo pois, se for executada com falhas, gerará sequelas tanto para quem pede ajuda, quanto para quem a oferece.
Primordialmente, no livro “Muito longe de casa: memórias de um menino soldado” o autor Serra-leonês Ishmael Beah, conta sua biografia desde que tinha doze anos e trabalhou de soldado na Guerra Civil da Serra Leoa, até quando conseguiu se refugiar nos Estados Unidos. Essa realidade é enfrentada por diversas pessoas na atualidade, porém, muitas não conseguem sobreviver.
Congruente a isso, sob a perspectiva dos países acolhedores, há muitos empasses, como: o desenvolvimento desemprego estrutural (devido ao aumento da procura de emprego); dificuldade de disponibilização de moradias, resultando do surgimento de subúrbios; além da questão refugiados ilegais. Por outro lado, os emigrantes enfrentam a xenofobia, exclusão social e dificuldade financeira.
Portanto, para acabar com a dificuldade do acolhimento dos refugiados, o Governo Federal, por meio do Ministério do Trabalho, deve organizar as vagas de emprego, para que a chegada dos emigrantes não prejudique o povo. Além disso, deve, pelo meio midiático, conscientizar a população da importância do acolhimento deles, visando a união entre os povos. Ademais o Ministério da Cidadania deve acolher os refugiados e ajudá-los em suas necessidades básicas, tendo em vista a melhoria em suas condições de vida. Sendo assim, haverá o cumprimento dos artigos da Constituição Federal de 1988 e também da Declaração Universal dos Direitos Humanos.