As dificuldades do acolhimento de refugiados

Enviada em 15/07/2019

Desde o holocausto pregado por Hitler, que consistia na segregação de raças em desfavor aos judeus pregado durante à segunda guerra mundial, ou em mesmo  em 740 a.c em que os assírios conquistam Israel, fazendo com que os Israelenses fujam. O nomadismo forçado nunca foi tema tão atual e vigora em muitos países, como do oriente médio no caso da Síria e América do sul, como nota-se na Venezuela. Mas, o Governo Brasileiro parece que ainda não notou à entrada sistemática de Venezuelanos em território nacional, não cumprindo seu dever constitucional e tratados internacionais.

Em primeiro lugar, é importante destacar o que leva um cidadão que possui casa, emprego, ou mesmo uma formação profissional estabilizada deixar seu países em busca de condições melhores de bem estar, ou uma pluralidade de cidadania. Ademais, o que liga todos esses fatos históricos são governo totalitário, em que direitos básicos como: à vida, saúde e segurança, se perdem em detrimento dos interesses de uma minoria, como se vê com o Venezuelano Nícolas Maduro, ou grupos terroristas ou supremacistas raciais no oriente médio como na Síria, Iraque, Afeganistão e Kuwait.

Indubitavelmente, às dificuldade de acolhimento a todos os refugiados que pode ser destacada no contexto atual, é o aumento vertiginoso dos governos de extrema direita com ideais nacionalista, instaurando à superioridade de sua soberania em detrimento de outras, vide o Brasil, que finge não ver o que acontece em Roraima, em que refugiados são tratados com extrema desigualdade. A declaração universal de direitos humanos, deve ser aplicada, haja vista, o ocorrido há anos atrás (holocausto) que levou sua confecção, vem acontecendo novamente de forma indiscriminada e velada.

De antemão, é necessário que não se repita o passado, com atitudes efetivas no futuro. Mecanismos jurídicos de combate à xenofobia foram criados, mas, ainda são notoriamente deixados de lado, pois a vida humana parece valer menos que interesses econômicos, é o que justifica a maioria dos países europeus em negar asilo político para refugiados Africanos. Analogamente,  Platão diz: ‘‘o importante, não é viver, mas viver bem’’, e viver bem é uma premissa de bem estar social que deve ser colocada à disposição de qualquer ser humano, que rompe qualquer barreira política, ideológica e financeira.

Logo, diante da ineficiência do Estado em gerir o acolhimento de refugiados, o Poder Executivo em conjunto com Organizações não governamentais, devem criar uma Fundação de cunho humanitário para gerir e acolher cidadãos que necessitem de asilo humanitário ou político, por meio de medida provisória, para que haja enfim fiscalização por meio desse, em busca do não cometimento de abusos e que injustiças sejam reparadas, que deixará mais próxima e tangível a busca de uma cidadania mais pragmático e realmente plural de forma isonômica e constante a todos.