As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 16/07/2019
A taxa de imigração mundial vem crescendo nos últimos anos. Seja voluntário ou não, vários são os motivos para esses índices, mas, certamente, uma das principais causas é a violação dos direitos humanos nos países de origem. E, como consequência, surge a crise dos refugiados, na qual os mesmos sofrem dificuldade de serem acolhidos pelos destinatários.
Apenas em 2016, foram 22,5 milhões de exilados que se espalharam no mundo. Esse número é maior do que a porcentagem durante guerra fria ou no holocausto dos judeus. No livro, o alfaiate polonês, de Débora Finkielsztejn, aborda a dificuldade de um patriarca ao sair de sua origem em busca de melhor condições de vida em outro lugar.
Em 2018, o Brasil passou por um desafio social com a entrada de venezuelanos ilegais. Além dessa nação citada possuir Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) baixo, ou seja, precárias condições de infraestrutura sociais, esses expatriados ainda sofrem preconceitos da população local. Em Roraima, por exemplo, foi decretado estado de emergência devido a grande quantidade de exilados, na qual ocasionou conflitos e um discreto aumento na criminalidade.
Portanto, estratégia de acolhimento devem ser criadas. As ONGs juntamente com o governo federal podem oferecer abrigo, saúde, alimentação em troca de trabalho público de acordo com a formação profissional do imigrante por um prazo de um ano. Assim, essa população desterrada terá tempo hábil para adquirir condições de uma vida digna sem ferir os direitos humanos.