As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 25/07/2019
Desde os acontecimentos da II Guerra Mundial, o índice de refugiados no mundo têm sido cada vez mais evidente. Em consequência dos atendados e conflitos que ocorrem em vários países atualmente, muitos de seus habitantes são obrigados a abandonarem seus lares em busca de sobrevivência, fugindo para territórios mais pacíficos. Entretanto, esses cidadães se deparam com dificuldades para se integrarem na sociedade dos países acolhedores, como exemplo, a falta de oportunidade de empregos e de moradia.
É importante salientar que, a maior parte dessas nações no qual os refugiados buscam se instalarem, não estão aptos para receberem essa gama repentina de indivíduos. Portanto, os recém chegados nos países acolhedores, por não encontrarem disponibilidade em abrigos, deslocam-se para regiões mais íngremes, como comunidades carentes ou favelas, incitando a superlotação e o desequilíbrio econômico desses espaços.
Não obstante, o aumento inesperado da procura de emprego em contraste com o preconceito que os empregadores carregam na hora de contratarem um refugiado, faz com que as ofertas de trabalho para eles sejam reduzidas, mesmo sendo eles graduados outrora em seu país natal. Por conseguinte, muitos deles recorrem a outros meios para obter capital, como vender comidas típicas de sua região em praças ou darem aulas de idiomas nas escolas.
A fim de reverter os danos sociais e econômicos emergidos com as guerras há mais de décadas, os países devem se reunir para planejarem a ampliação de centros de acolhimento e para distribuírem as cotas de refugiados para cada país, evitando assim, danos da superlotação de apenas uma determinada nação. É imprescindível também, a criação de órgãos que visem adotar medidas resolutivas para o problema, como a ACNUR (Agência da ONU para Refugiados), que está envolvida na criação de tecnologias para atender às necessidades dos imigrantes, facilitando a procura de alojamentos para os mesmos.