As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 24/08/2019
Por conta das disputas relacionadas a região da Palestina, o Oriente Médio enfrenta constantes guerras, piorando a qualidade de vida naquela localidade. Assim, os habitantes passaram a fugir dessas situações e a buscar refúgio em outras nações. Contudo, ao chegarem na nova moradia, os refugiados enfrentam a falta de políticas públicas voltadas para imersão dos estrangeiros na nova sociedade além da xenofobia. De fato, é necessário que essas situações mudem, pois, a sua permanência é o reflexo de uma sociedade preconceituosa e desigual.
Segundo pesquisas do G1, mais de 90 % dos refugiados não são fluentes na língua do país no qual se refugiam. Portanto, ao fazer o estudo dessa estatística, é perceptível que ao chegar no novo país, o imigrante tem dificuldades de conseguir, por exemplo, um emprego, uma vez que não domina a linguagem nacional. Factualmente, a consequência disso é que sem a atividade laboral, o estrangeiro sem renda é obrigado a depender de doações dos nativos e das políticas sociais. Contudo, o problema principal é que nem sempre os refugiados recebem doações o suficiente, assim como, na maioria das vezes, assim como as políticas públicas voltadas para ajuda dessas pessoas são ineficazes, deixando-os em situações precárias. Outrossim, além dessas dificuldades, os refugiados também enfrentam, constantemente, a xenofobia. De fato, a prova disso pode ser observada pesquisa do Globonews, que prova que por exemplo, o Brasil bateu o seu recorde de casos criminais envolvendo o preconceito com estrangeiros no ano de 2018. Contudo, o ponto mais inaceitável dessa situação é a violência física derivada do preconceito que acaba por tornar a nova moradia do refugiado tão desconfortável quanto seu país natal. Indubitavelmente, tal situação é alarmante, pois demonstra o quanto a sociedade mundial é preconceituosa. Assim, é necessário que medidas urgentes sejam tomadas.
Finalmente, a ONU (Organização das Nações Unidas), deve arrecadar dinheiro, por meio de doações voluntárias de cada um dos países com mais imigrantes e destiná-lo para a criação de centros educacionais gratuitos, que sejam voltados para o ensino da língua nacional aos refugiados, facilitando a sua imersão na sociedade. Além disso, quanto ao preconceito, o Fórum Mundial de Educação deve propor, aos países com mais casos registrados, a inclusão curricular de palestras sobre a importância do acolhimento dos refugiados, essas palestras devem ser dadas por professores, de forma lúdica visando uma maior aceitação de todos os alunos da nação e financiadas por cada um dos poderes federais.