As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 20/10/2019
Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada pela ONU, toda pessoa tem direito a ter uma nacionalidade. No entanto, cerca de sessenta milhões de pessoas estão como refugiados ao redor do mundo, encontrando empecilhos ao procurarem asilo em países diversos. A constante xenofobia e a não adequação correta dessas pessoas faz com que agrave cada vez mais a situação daqueles que se veem em tal estado. Sendo portanto, necessária uma maior atuação dos governantes em tal assunto.
Em primeiro lugar, a xenofobia é algo que afeta a maioria daqueles que procuram acolhimento em outros países. Assim como no livro ‘‘O diário de Helga’’, que retrata a experiência de uma menina judia na segunda guerra mundial, muitas pessoas tem esse sentimento de repudio ao estrangeiro, afetando principalmente aquele que precisa de ajuda e auxílio.
Outro fator de comum importância é a falta de auxílio para reinserção no meio social que tais refugiados recebem. No documentário produzido pela Netflix, ‘‘Refugee", a falta de tais assistências é comprovada e são poucos os que conseguem um emprego, sendo estes concedidos por pessoas fora da esfera governamental.
Por conseguinte, se torna necessária uma maior atuação do estado nessa questão. A implementação, por parte de prefeituras e governadores, de centros de acolhimento nas áreas fronteiriças visa acolher aquele que foge por meios marítimos e ajuda-lo em sua recomposição. Alem disso, é necessário que os órgãos educacionais, junto aos de relações sociais, criem programas que gerem uma maior atuação de tais refugiados em ambientes escolares e profissionais, combatendo assim a xenofobia e o desalento destes. Agindo dessa forma, torna-se possível que países de todo o mundo sejam capazes de acolher aqueles que foram afetados pelos mais variados conflitos humanos.