As dificuldades do acolhimento de refugiados

Enviada em 05/02/2021

O termo migrante é utilizado para designar pessoas que saem de seu local de origem e vão morar em outro por livre escolha. Por outro lado, o termo refugiado refere-se às pessoas que saem do seu lugar de origem de forma forçada, por diversos fatores como: perseguição por raça, religião, nacionalidade, política, entre outros. Desde 2015 o mundo está vivendo uma crise de refugiados e para amenizar os impactos causados por eles nos países para o qual migram, é necessário planejar o recebimentos dessas pessoas.

Primeiramente, as motivações que levam uma pessoa a necessitar de refúgio são várias, como a guerra civil na Síria, que iniciou em 2011 e perdura até hoje. Enquanto o Estado Islâmico e alguns civis disputam o poder com o presidente Bashar al-Assad, o restante da população morre diariamente no meio do conflito. Assim como acontece em vários outros países e diante da fome, doença e a morte, algumas pessoas preferem tentar refúgio em países com melhores condições de vida. Além disso, têm as pessoas que se lançam ao mar em embarcações precárias tentando chegar ilegalmente em outro território e muitas delas morrem no caminho.

Dessa maneira, para os locais que recebem esses refúgiados alguns problemas são elencados, por exemplo, o medo de sobrecarregar o mercado de trabalho e os serviços públicos, aumento de crime e violência. Esses fatores desencadeiam um olhar ruim aos refúgiados pela população local criando um sentimento de xenofobia (antipatia por quem é de fora do seu país).   Nessa visão, todos os malefícios do país são causados pelos refúgiados.

Portanto, para amenizar essa crise, é preciso que a Organização Mundial das Nações Unidas (ONU) por meio de acordo com os presidentes dos principais países do mundo, desenvolva critérios para divisão dos refugiados, por exemplo,  o Japão que possui uma população  predominantemente idosa precisa de mão de obra jovem para suprir as demandas do mercado, assim, poderia receber um pouco mais que os outros países. Dessa forma, nenhum território seria prejudicado e os refugiados teriam um lugar seguro para viver com dignidade.