As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 30/05/2021
Sob a perspectiva da filosofia medieval de São Tomás de Aquino, “Principe da Escolástica”, uma sociedade democrática é aquela que todos possuem mesma importância, deveres e direitos. Porém, há grupos marginalizados, como refugiados que fugiram do país de origem por não ter segurança, que não usufruem destes direitos de uma sociedade democrática. Desse modo, nota-se a necessidade de desenvolver manobras a fim de amenizar as dificuldade de acolhimento sofridas por refugiados.
Em primeiro lugar, pode-se ressaltar a xenofobia como uma dificuldade sofrida por refugiados ao adentrar em alguns países. A Organização das Nações Unidas (ONU), organização que protege e defende direitos daqueles que fugiram de seu país para se salvar, afirma que a falta de documentos dos estrangeiros é a principal causa para a discriminação, pois sem documentos a estadia se torna irregular. Com isso, pessoas de má índole acham nessa irregularidade uma abertura para humilhar e discriminar o próximo.
Além disso, há também os desafios enfrentados por crianças refugiadas. Em relatório da Unicef, agência exclusiva infantil da ONU, relata que ao longo do norte da África à Itália a exploração, violência e abuso sexual de crianças se tornam cada vez mais constantes. Contudo, a Unicef tem cobrado cada vez mais esforço de instituições para melhor proteção das crianças.
Diante do exposto, é viável que o Governo de cada país, em união com a ONU, auxilie a população de modo que reduza os impactos causados. Este auxilio pode ocorrer por meio de campanhas de acolhimento e conscientização que informem a população sobre os direitos dos refugiados pelo Estatuto dos Refugiados. Ademais, essa campanha também deve abordar penalidades para aqueles que pratiquem atos de ódio com qualquer um, visando a perspectiva democrática de São Tomás.