As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 17/06/2021
A Organização Nações Unidas (ONU) define refugiado como, toda pessoa que, por motivos de guerra, perseguição religiosa, questões raciais e divergências políticas, são obrigadas a deixar sua terra natal e se exilar em outro país. Como consequência, revela-se uma adversidade em relação a essas pessoas. Isso se evidencia não apenas na xenofobia como também na falta de empatia de governos para esse grupo.
Em primeiro lugar, vale ressaltar que, decorrente deste fluxo migratório de indivíduos, uma parcela de residentes dos países receptores apresenta uma aversão aos refugiados. De maneira que, inviabiliza a acomodação segura dessas pessoas. Ao passo que buscam por melhores condições de vida, grupos supremacistas fazem com que esta busca se torne inacessível.
Atrelado a isso, a negligência de governos federais acerca ao oferecimento de abrigo e oportunidades se torna um estorvo. No Brasil, devido ao fluxo de imigrantes, legal ou ilegalmente, ocasiona conflitos em áreas das fronteiras e limites territoriais. Após ingressarem ao país, a falta de amparo, como direitos que todo cidadão brasileiro possui, não está assegurada a essas pessoas. Ocasionando uma série de problemas estruturais, como superlotação e o aumento no setor terciário.
Depreende-se, dessa forma, a urgência de ações interventoras com fito de amenizar a questão. Para isso o Ministério da Cidadania, deve por implementação de leis, intensificar a integração desses grupos na sociedade brasileira e repreender ataques xenofóbicos. Nesse sentido, o intuito de tal ação é diminuir a chance de uma crise e consequentemente, criar um espaço estável para os refugiados. Feito isso, o quadro será finalmente modificado no País.