As dificuldades do acolhimento de refugiados

Enviada em 25/06/2021

No longa animado da Pixar, “Luca”, é contada a história de uma criatura marinha que tenta se encaixar entre os humanos. E assim como no filme, os refugiados, pessoas que são forçadas a fugir de seus próprios países de origem, sofrem de um preconceito semelhante por meio dos habitantes de sua nação anfitriã, e isso é uma realidade cruel que precisa ser amenizada. No entanto, há ainda inúmeros obstáculos que precisam ser solucionados para o íntegro acolhimento de refugiados, centrado nas inadequadas ocupações urbanas, e na manifestação de doenças ligadas à falta de saneamento básico.

A princípio, convém enfatizar que os refugiados saem de suas respectivas terras natais para escaparem de guerras, pobreza, descriminação e diversos outros fatores, buscando novas oportunidades em outros países. Mas, infelizmente, são jogados à margem da sociedade, levando-os a se instalarem nas periferias.

Como consequência das instalações inadequadas dessas áreas, que promovem um crescimento anormal das favelas, observa-se uma manifestação maior de doenças causadas pela ausência de saneamento básico, conforme índices destacados pelo ABES, foi registrado em 2020, aproximadamente 40 mil internações associadas ao saneamento básico no Brasil.

Em virtude dos aspectos mencionados, nota-se que muitos que estão em busca de refúgio, são obrigados a se realocarem para lugares precários, limitando suas oportunidades que tanto procuram. Uma das soluções para a amenização desse problema é o governo federal e o ministério da saúde darem mais atenção a este caso, ajudando-os com suportes humanitários básicos a qual a constituição dita, como a casa própria.