As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 24/06/2021
As dificuldades do acolhimento de refugiados
Desde a primeira guerra mundial, alguns povos precisavam deixar seus países de origem pela necessidade de encontrar uma vida mais segura, mesmo deixando muitos de seus bens para trás. Essa infelizmente, ainda é a realidade de muitas famílias que vivem em países de instabilidade política e social, e precisam tentar abrigos em nações mais desenvolvidas. Porém, as dificuldades para acolher de forma humanitária os chamados refugiados, incluem falta de abrigos e empregos para incluir esse povo à sociedade, e o alto índice de racismo e xenofobia, que são fatores que dificultam fortemente a vida desses que já passaram por tanto.
É dever dos países desenvolvidos criar melhores sistemas abrigatórios e oferecer empregos alinhados com os direitos humanos para os refugiados. Ao redor do mundo existem aproximadamente 60 milhões de pessoas que foram obrigadas a deixarem seus países e assumirem a posição de refugiados, de acordo com uma pesquisa da TedEd. Tal número é suficiente para expor a negligência dos governos de países desenvolvidos por não oferecerem abrigos e empregos públicos considerando que tenham verba e recursos necessários para ajudar aqueles que carecem de uma melhor condição de vida e segurança. Além dos problemas citados para se instalarem em um país, o racismo e a xenofobia também são fatores cruciais para a dificuldade de acolhimento dos refugiados. Com esse ponto de vista, o filme Cidade Fantasma mostra a história de uma família que presenciou a guerra da Síria e procuraram abrigo na Alemanha e na Turquia, expondo os problemas, como fome, trabalho mal remunerado e a falta de moradia que passam por serem imigrantes sem um visto. Diante disso, fica evidente a dificuldade que esses preconceitos trazem, os impossibilitando de se adaptarem a uma nova sociedade, por não serem aceitos para empregos, posse ou aluguel de imóveis, ou até de criar laços sociais.
Logo, para resolver as dificuldades de abrigar e de combater os preconceitos contra refugiados, cabe primeiramente, aos governantes de países desenvolvidos, desenvolver abrigos humanitários para aqueles que não conseguem se adaptar aquela nova sociedade, por meio de investimento de fundos em condomínios para moradia, e criação de cotas de empregos públicos, para assim conseguir prover para os refugiados uma vida digna durante o tempo necessário para ter condições legais e financeiras de se manter no país. Outrossim, em vista de combater o racismo e a xenofobia, cabe às ONGs e ativistas da sociedade, por meio das redes sociais, palestras e discursos políticos, diminuir o ódio que a sociedade exerce por essas pessoas, incentivando o acolhimento dos que necessitam.