As dificuldades do acolhimento de refugiados

Enviada em 23/06/2021

Os refugiados são aqueles obrigados a deixarem suas casas por motivos como guerras, violências e perseguições. Nesse cenário, pode-se ressaltar a Primeira Diáspora Grega, ocorrida em 1.200 a.C, que consistiu na fuga de inúmeros gregos em busca de refúgio após terem tido sua civilização invadida por Dórios. Dessarte, infelizmente, apesar dos refugiados saírem de seus locais de origem em busca de segurança e conforto, eles passam por muitas dificuldades de acolhimento. Dessa forma, é evidente que essa problemática tem como principais causas a precária infraestrutura dos países que recebem refugiados e o grande preconceito enraizado dentro das sociedades.

Em primeira análise, é indubitável que a má estruturação das nações, que são destino para asilados, é um grande fator para a ocorrência desse desacolhimento. Sob esse viés, de acordo com a ONU, Organização das Nações Unidas, pessoas em busca de refúgio e proteção devem ser devidamente acolhidas com seu bem-estar preservado. Entretanto, torna-se válido perceber que isso não acontece, já que muitos países não apresentam ideal recepção aos refugiados e muitos deles acabam buscando por moradias baratas, como favelas. Desse modo, apresentam uma vida complicada, sem comodidate e segurança.

Ademais, é certo que a xenofobia, a qual consiste no temor à pessoas de fora do país, é outra causa de grande peso sobre essa adversidade. Nessa perspectiva, é de extrema relevância citar a frase dita por Einstein: “É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito enraizado”. Assim, é fato que a xenofobia é um preconceito existente há muitos anos, por todos os lados do mundo, e que apresenta raízes muito profundas e de difícil abate. Com isso, há grande discriminação sobre refugiados e, assim, eles apresentam muitos obstáculos ao procurar emprego para sustento, ficando dependentes de ajudas comunitárias para sobreviver.

Em suma, é fundamental ações que visem solucionar essa precária infraestrura nos países e esse preconceito enraizado nas sociedades. Portanto, faz-se necessário que os Governos Federais, juntamente com a ONU, desenvolvam projetos de melhor acolhimento aos refugiados, por meio da disponibilização de verbas, a fim de promover melhor recepção e qualidade de vida àqueles que desejam apenas segurança e conforto. Outrossim, as pessoas, maiores promotoras do preconceito, devem desenvolver empatia com o próximo, por meio da conscientização individual, para que parem de promover a xenofobia e a discriminação, não só com refugiados, mas com todas as pessoas. Afinal, o respeito é um direito de todos.