As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 23/06/2021
Denomina-se “refugiados” pessoas que saem de seu país de origem devido a perseguições por religião, raça, opnião politica, grupo social e nacionalidade. A grande maioria que fazem parte desse grupo não são bem vindas aos países que decidem se estabilizar por terem receio em relação ao mercado de trabalho, a extensão de serviços públicos e aos beneficios que poderiam ter caso o governo apoiasse essas pessoas. Por outro lado, a fase de adaptação deles em relação a cultura, idioma, e a busca por emprego também entram em questão.
Atualmente, o número de países que se posicionam contra imigrantes ainda é significativo, dentre eles Hungria, Pôlonia e outros países da União Europeia, os mesmos alegam que se caso aceitem, afetaria sua superioridade, a união com um grande corpo social, possivelmente desequilibraria a economia, e os indices de criminalidade poderiam aumentar. Em contradição, caso não houvesse imigrantes na Europa, por exemplo, o continente sofreria um colapso socieconomico.
Contudo, a ideia de que refugiados são vitimas e fragilizados, só contrapõem ainda mais a constituição dos mesmos como habitantes e como atuantes na vida política. Logo, deve-se fazer ao contrário, e ampliar os espaços públicos, transformando-os em algo mais democrático, possibilitando que os refugiados tomem base de suas próprias vidas e trajetórias e, inclusive, participem da formulação de políticas públicas.