As dificuldades do acolhimento de refugiados

Enviada em 29/07/2021

No final de 2018, existiam cerca de 11.231 refugiados no Brasil, pessoas que foram forçadas a sair do seu país de origem por diversos motivos como, por exemplo, a perserguição, guerras e fome. Migraram para o Brasil em busca de garantir sua sobrevivência e assim possuírem melhores condições de vida. Porém, eles enfrentam vários problemas no país que migram como discriminação e falta de oportunidades tanto no mercado de trabalho quanto socialmente.

Hodiernamente, a xenofobia e o racismo são obstáculos a serem enfrentados, pois eles possuem culturas e hábitos diferentes da população nativa do país que estão tentando se estabelecer. E encaram o racismo com piadas ofensivas, xingamentos e muitas vezes são impedidos de entrarem em certos locais. Certamente, esse motivos são ocasionados pelo estereótipo criado pela sociedade, limitando e definindo suas ações pelo comportamento e naturalidade do imigrado.

De fato, todos esses fatores levam o refugiado a impossibilidade no mercado de trabalho. São compreensíveis algumas causas dessa restrição, como a falta do domínio da língua do país, em muitas das situações, e por apresentar pequena rede de contados.  Segundo pesquisas feitas pelo ACNUR, refugiados no Brasil têm escolaridade alta, mas sofrem com o desemprego. Isso se estabelece  pelo fato de muitas empresas que,por burocracia,descartam o currículo dos refugiados sem nem ter feito entrevistas.

Portanto, a ONU deveria manter um acordo com os países que mais abrigam refugiados,com a intenção de lhes garantirem melhores condições. Além disso, cabe ao Estado fortalecer a punição de crimes como racismo e xenofobia em relação aos refugiados e criar ongs com o intuito de receber e orientá-los  ensinando a língua a ser falada no país e os costumes, afim de não causar constragimentos aos nativos. Dessa forma, reduzirá a crise dos refugiados levando eles a possuírem melhores condições de vida.