As dificuldades do acolhimento de refugiados

Enviada em 09/08/2021

Com a crise na Venezuela, vê-se muitos imigrantes que vêm para o Brasil para fugir contra a fome e as guerras, em busca de melhores condições e, na maioria da vezes, quando chegam ao país imigrante são tratados de forma diferente, gerando uma rejeição. Desse modo, pode-se observar as dificuldades para acolher os refugiados no país. Diante disso, observa-se que o preconceito e a falta de projetos pelo governo fazem parte dessa dificuldade.

Primeiramente, na Grécia Antiga via-se o desprezo contra os estrangeiros, onde os Hilotas que viviam aos arredores de Atenas, não eram considerados cidadãos e nem podiam entrar na cidade para participar da política, criando então a desigualdade. Nesse sentido, os povos de outros países são vítimas de preconceito por serem vistos como diferentes, sendo rejeitados na sociedade. Consequentemente, vivem em situação de miséria e não conseguem empregos para manter a vida no país em que imigraram.

Em segundo plano, a falta de leis e de projetos para incluir os estrangeiros na comunidade ainda é um dos pilares para combater essa adversidade. Segundo Aristóteles, a política tem que preservar o afeto na sociedade. Assim então, vê-se o contrário, com a falta de leis em favor do refugiado para melhorar suas condições de vida, nota-se a precariedade em que eles vivem, passando fome ou até sem um lar para sua família.

Portanto, para que os refugiados imigrantes sejam acolhidos pela sociedade, é preciso tomar as devidas medidas necessárias. Logo, é importante que o governo, que excerce controle e poder sobre os demais, invista em projetos por meio de auxílios para empregos, a fim de melhorar as condições de quem saiu do seu país de origem sem planos e rendas para a procura de boas condições, e também, é necessário a criação de leis para que os imigrantes não sofram discriminação onde vivem.