As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 20/10/2021
A Lei da Inércia, de Newton, relata que a tendência de um corpo é permanecer parado quando nenhuma força é exercida sobre ele. Fora da Física, é possível perceber, no Brasil, a mesma condição ao que concerne à questão das dificuldades do acolhimento de refugiados. Nessa perspectiva, observa-se a ascensão de um grave óbice, em virtude da ineficiência legislativa e o silenciamento social.
Sob esse viés, a negligência governamental caracteriza-se como um complexo dificultador. A Constituição Federal de 1988 é a lei brasileira básica que busca garantir a integridade dos seres vivos e do ambiente em que estão inseridos. No entanto, essa legislação não tem sido suficiente no que tange aos obstáculos de assistência aos emigrantes, uma vez que o transtorno continua atuando fortamento no contexto atual. Assim, a lei sendo enfraquecida, sua resolução é impedida.
Ademais, outro empecilho encontrado é o silenciamento coletivo. O filósofo Foulcault defende que, na sociedade pós moderna, alguns assuntos são silenciados para que as estruturas de poder sejam mantidas. Nesse sentido, percebe-se uma lacuna ao que se refere a situção do descasso do governo aos extrangeiros exilados, logo, sem diálogo sério e massivo sobre a problemática hodierna, sua solução torna-se distante.
É evidente, portanto, que medidas estratégicas devem ser tomadas para mudar esse cenário. Sendo assim, é imprescindível que o Estado - principal promotor da harmonia social - promova “workshops”, em parceria com as escolas, por meios de recursos oriundos da União, os quais abordarão as consequências negativas dessas ações e como combatê-las e ajudar as vítimas. Com a finalidade de propor diferentes soluções em conjunto com os alunos e alcançar o bem-estar social. Dessa maneira, a proposição da carta magna será concretizada.