As dificuldades do acolhimento de refugiados

Enviada em 09/09/2021

Na produção pela diretora e jornalista Waad al-Katead, Para Sama, mostra a vida de sua família em meio ao conflito de Alepo, na Síria, nome do documentário está em homenagem a sua filha que nasceu em meio aos bombardeios. A obra cinematográfica mostra o relatos de angústias do lado feminino e materno em meio ao momento de tensão e desespero em busca de refúgio e proteção, mostrando não só as dificuldades do acolhimento e encontro a refúgios. Diante disso, o obstáculo e o preconceito que acontecem para ocolhimento de exiladas famílias e pessoas que se vêem sem uma estabilidade por causa de conflitos em sua nação.

Em primeiro plano,o filósofo Immanuel Kant defendia, em sua obra Paz Perpétua ,publicada em 1795, um direito a hospitalidade, cuja os estrangeiros não deveriam ser rejeitados quando adentrassem terrtórios de outras nações. Com isso, a obra de Kant também adotava a ideia de que a lógica de originalmente ninguém ter mais direito que outro de ocupar um determinado local na Terra. Apesar  do após a segunda guerra mundial, com o surgimento das Nações Unidas, seus esforços de constituir este direito de imerção dos Direitos Humanos e Direitos dos Refugiados  em todos territórios, o conceito de Kant não foram aprendidas e aplicadas.

Em segundo plano, notícias em jornais, redes sociais são um exemplo de que o sistema institucional e jurídico, emergido na Segunda Guerra Mundial, não foram o suficiente para resolver o problema. De acordo com dados divulgados pelo Comitê Nacional para os refugiados, ao final de 2020 havia 57.099 pessoas refugiadas e reconhecidas no Brasil, um país que mesmo sub-desenvolvido, se destaca entre os países da América do Sul, além de países como Estados Unidos, de acordo com o análise do ´´Hamilton Project´´, quase 14% da população atual dos EUA nasceu no exterior.

Por isso, é necessário discutir a origem das dificuldades do acolhimento aos refugiados,uma forma que seja realmente eficiente para resolver a problemática. A globalização, onde  possue muitas  interações entre países, podendo dar destaque a aquelas nações que estão abertas socialmente e econimicamente para acolher refugiados. Podendo ter capampanhas mundiais, espalhadas por noticiários,  jornalistas, mídias sociais e até em cartas para territótrios que não possuem facilidade em acesso a rede de televisão ou internet. Para os países acolhedores, terem a comoção coletiva e empatia de receber e ajudar a os refugiados a se reerguerem em um novo território.