As dificuldades do acolhimento de refugiados

Enviada em 25/10/2021

Guerras, violação dos direitos humanos, perseguição religiosa e opinião política, esses são os principais motivos do aumento significativo na quantidade de pessoas buscando refúgio e uma melhor qualidade de vida em outros países.

Segundo a Acnur, agência da ONU para refugiados, no ano de 2020 cerca de 26,3 milhões de pessoas deixaram suas casas e estão em situação de refúgio em algum outro país e 3,6 milhões ainda procuram um lugar para viver. A falta de vagas de emprego, língua nacional, moradia, documentação, são algumas das dificuldades sofrias pelos refugiados ao chegarem em novos lugares. Em sua grande maioria, países vizinhos são os que recebem a maior quantidade dos mesmos. Muitas vezes, por falta de regularidade nos documentos, essas pessoas não conseguem estudar ou acham um emprego, o que as levam a viver em situação precária.

No Brasil, existem cerca de 57 mil pessoas reconhecidas como refugiadas, sendo elas em sua grande maioria de nacionalidade venezuelana. Esse grande número se deve a pouca burocracia nas aceitações de documentos e pelas baixas quantidades de perseguição política e religiosa encontradas no país. No ano de 2020, o Governo Federal Brasileiro investiu mais de R$630 milhões para promover a inclusão de refugiados.

Portanto, visando os fatos mencionados pode se perceber que cabe ao governo fazer e investir em campanhas contra a discriminação e preconceito, aumento nas vagas de empregos disponíveis para imigrantes, maior investimento do governo em campos para refugiados, e abertura de cotas nas universidades, sendo assim o problema de acolhimento para refugiados poderá ser diminuído.