As dificuldades do acolhimento de refugiados

Enviada em 20/10/2021

Conflitos e guerras sempre fizeram parte da sociedade, mas atualmente estão se destacando alguns países como a Síria, onde bombas e armas são usadas com grande frequência trazendo como consequência mortes e feridos. Famílias entram em desespero para se salvarem, e a única saída é fugir. Vistos, passaportes, todos os documentos e a autorização necessária para mudar adequadamente e dentro da lei podem demorar meses, com isso essas famílias acabam se tornando “refugiados”. Países vizinhos aos que estão em guerras acabam recendo maior parte dos refugiados.

A foto do menino de 3 anos morto no mar, e a descoberta de 71 pessoas asfixiadas em um caminhão da Áustria, chocaram o mundo, e mostraram a situação que muitas famílias passam. Além da viagem precária , quando os refugiados chegam em outro país, os problemas não acabam, tais como: preconceito, discriminação, xenofobia, falta de empregos, etc. Muitas pessoas foragidas relatam que quando chegam ao seu destino são segregados, maltratados por guardas da fronteira e costeira

A maioria dos refugiados que se destinam para os países desenvolvidos têm como objetivo terem uma melhor a qualidade de vida, mas a grande parte desses são de baixa escolaridade. Quando chegam nesse determinado país, eles geralmente entram ilegalmente, devido à dificuldade de conseguir um documento de permissão. Então, eles vivem em condições precárias, ficando isento de privilégios que os nativos daquela nação têm, como acesso à educação e saúde de qualidade. E os países não se esforçam para ajudar os imigrantes, devido a estes serem de baixa escolaridade e de necessidade de auxílio do governo. Segundo a ONU, o número de refugiados hoje é o maior, comparável até o contexto pós-Segunda Guerra Mundial, consequentemente com um numero tão grande de imigrantes a disputa por empregos fica cada vez mais acirrada, sendo a situação econômica um dos motivos que causa discórdia entre a população nacional e os refugiados

A integração social deve ser promovida em todo o mundo para que os preconceitos e discriminações sejam combatidos. Os governos precisam ministrar ações para possibilitar a oferta de empregos aos refugiados, principalmente, nas áreas onde a mão de obra é escassa como acontece em alguns países europeus. Na mídia e nas redes sociais, campanhas para conscientizar as populações sobre as dificuldades enfrentadas por esses povos emigrados e o quanto eles podem contribuir culturalmente para a sociedade são imprescindíveis.