As dificuldades do acolhimento de refugiados

Enviada em 22/10/2021

Os problemas dos refugiados

“É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”, essa frase do físico e matemático alemão Albert Einsten, mostra a dificuldade dos indivíduos em serem tolerantes. Isso precisa ser enfrentado, já que as consequências são preocupantes. Muitos refugiados sofrem problemas como o preconceito, por serem pessoas de culturas diferentes. Sendo assim, há dificuldade de conseguirem um emprego, pois as empresas evitam contratar refugiados levando à moradias precárias, falta de serviços de saúde, contribuindo para a triste realidade das vítimas.

Segundo o relatório do Acnur (Alto-comissariado das Nações Unidas para os Refugiados), o número de refugiados é o maior de que se tem registro, são 82,4 milhões. Os dados são de 2020. De modo que, já vivem o drama de serem obrigados a fugirem de seu país e buscam refúgio, onde encontram discriminação e preconceito. Essa intolerância traz consequências negativas para essas pessoas, logo a adaptação em outro país fica mais complicada.

Nesse sentido, o aumento do número de pessoas forçadas a se refugiar contrubui para um maior fluxo de elementos, levando a uma pressão no mercado de trabalho. Diante disso, uma das dificuldades é conseguir emprego, que por falta de informação as empresas descartam o currículo dos refugiados, ou dizem que é muito demorado contratar um exilado. Enfim, nada disso é verdade, é puro preconceito. A realidade é que todos sofrem, sendo prejudicados muitas vezes. Como diz, Vinícius Dill, “repleto de dúvidas, incertezas e medos. Carregado de sonhos, silêncio e segredos”.

Mediante o exposto, o governo em parceria com a ONU (Organização das Nações Unidas), precisa promover a inclusão de medidas para receber os refugiados de países em crise. Faz-se necessário dar oportunidades sociais e econômicas para que eles possam ter um recomeço. Dessa forma, permitir a integração local, o acolhimento, e ajudar os refugiados a se integrar em uma nova cultura, empregando-os. Exercendo assim, boas práticas para proteger este grupo, pois trata-se de um dever de acolhimento, para tentar aliviar a situação.