As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 25/10/2021
Refugiados são aqueles que procuram refúgio fora de seu país de origem por medo de perseguição por sua raça, religião, nacionalidade e opnião política, ou pela violência dos direitos humanos e uso de armas de fogo. Por conta do medo de não ser protegido pelo seu Estado e o grande risco de vida, procura asilo em países vizinhos. Segundo o ACNUR, no final de 2018 eram mais de 25,9 milhões de refugiados. No Brasil, nos últimos anos, foram 206.737 solicitações para acolhimento, sendo a maioria da Venezuela.
Em 2016, a Folha De S. Paulo gravou o depoimento de Sylvie Mutiene, refugiada da Síria, que, em guerra, é o país que mais emite refugiados (4,9 milhões). Segundo ela, entraram em sua casa procurando o seu marido, e para intimidá-la, bateram em seus filhos. Ela nasceu na República Democrática de Congo, mãe de quatro filhos, formada em Direito e trabalha no Brasil, desde 2013, como ajudante de cozinha. Além disso, em 2020, morreram 513 refugiados, principalmente na travessia do Mar Mediterrâneo.
As nações que os recebem, assim como as pessoas, sofrem consequências, dando o nome de “crise dos refugiados”. Na maior parte dos casos, não há vagas de empregos e geração de renda para todos, devido ao crescimento repentino da população. Manifesta-se a miséria e a fome entre a população migrante e local, bem como o aumento da criminalidade pela ausência de organização e estrutura.
Dessa forma, as nações deveriam entrarm em um acordo, dando um auxílio para os refugiados, como um ONG, onde fornecem alimento, vestes e água, até conseguirem se encaixar, tendo liberdade para viver sua própria vida. Além disso, os países deveriam dar lugar de fala para as pessoas que querem começar uma nova vida. Nessa ONG, poderiam contratar professores de línguas estrangeiras para ensinar o básico da língua de cada país.