As dificuldades do acolhimento de refugiados

Enviada em 27/10/2021

Segundo a ONU (organização das Nações Unidas), o mundo presencia o maior número de refugiados da história, em 2016, o volume total de pessoas que havia caído na condição de refugiado chegou a 65,6 milhões, a saída dessas pessoas de seus locais de origem são conflitos armados e conflitos políticos, causando a necessidade do asilo. Contudo, muita dificuldade para restabelecer-se em outros locais, além do que muitos deles não conseguem legalizar a sua situação no novo país com facilidade, vivendo como apátridas e, às vezes, na clandestinidade.

Outrossim, deixar seu país de origem, cultura, e familiares é uma situação, por si, capaz de gerar sofrimento mental e prejuízos à saúde psicológica, fugir do próprio país é o último recurso daqueles que vivem em situações de conflito. A situação, no entanto, fica ainda pior quando, ao chegar no país de destino, com uma língua diferente, o refugiado não encontra o mínimo acolhimento.

Entretanto, grande número de imigrantes, se deslocou em massa para a Europa. Dessa forma, causa repulsa dos europeus, que se baseiam em discursos xenofóbicos, além dos que alegam que os imigrantes roubam os empregos dos cidadãos.  Na Itália, cuja promessa de campanha do governo eleito em 2018 era impedir o desembarque de navios clandestinos. A medida drástica de fechar os portos italianos fez com que tanto navios de refugiados quanto navios de organizações internacionais de resgate ficassem vários dias à deriva, mesmo com idosos, crianças e pessoas doentes a bordo.

Portanto, para melhor recepção e combate a xenofobia devem ser promovidas por escolas seminários, debates, palestras. Visto que, políticas públicas elaborar leis e intensificar a inclusão social . Fornecer dinheiro por meio da criação do projeto “Cotas para o acolhimento de refugiados” que eles atendam às suas necessidades de forma digna e contribuam para a economia local.  Dessa forma a inclusão dos refugiados se tornará mais receptiva.