As dificuldades do acolhimento de refugiados

Enviada em 29/10/2021

Diferente das pessoas que migram por vontade própria de um país para outro, em busca de uma vida melhor, os refugiados são obrigados a abandonar seu Estado de origem em razão de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade ou filiação a determinado grupo social, para assim, conseguirem proteção, refúgio e uma oportunidade de restruturação de suas vidas em outros países.

Deixar seu país de origem, seu trabalho, sua casa, seus amigos e familiares, é uma situação, por si, apto de causar sofrimento mental e danos à saúde psicológica. O caso piora quando, ao chegar no país de destino, o refugiado não recebe o mínimo de acolhimento necessário.

Quando os refugiados não são acolhidos e inseridos na sociedade, eles podem sim, acabar morando nas ruas ou até mesmo caindo no crime. O acolhimento e o tratamento com dignidade e respeito são as melhores saídas para que a população supere esse conflito.

Logo, dessa forma, é necessário um ato, em reunião, da ONU com países que tenham condições políticas e públicas necessárias para receber refugiados e garantir os mínimos direitos à vida. Além do acolhimento prático com a oferta de abrigo e alimentação emergencial, o acesso à saúde, em especial à saúde mental, é essencial. Campanhas educacionais para debelar a xenofobia e para melhorar acolhimento de refugiados devem ser promovidas pelas escolas. Ações governamentais que oportunizam a oferta de empregos aos refugiados em territórios onde a mão de obra é precária, seria também uma forma de equilibrar conflitos.