As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 02/11/2021
Com a sociologia de Max Weber, a sociedade é classificada conforme as ações sociais. São elas, tradicional, afetiva e racional. A última citada envolve valores, como religiosos e econômicos. Nessa situação, vê-se um mundo e uma comunidade em crise, visto que guerras são travadas por crenças e economia. E a única opção dos habitantes desses locais é a fuga para outros países, esperando que sejam acolhidos.
Em 2015, a imagem de um menino sírio morto na praia, Alan Kurdi, indignava o mundo. Sua família tentava migrar ilegalmente para a Europa e sofreram um acidente na travessia marítima. O caso da família de Alan é apenas um exemplo do que acontece cotidianamente com pessoas que migram ilegalmente. De acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas), mais de 50 milhões de refugiados foram forçados a deixar seus lares em 2013. Milhares deles tentam entrar inadequadamente no continente europeu, contudo, observa-se a falta de preparo para o recebimento dessas pessoas.
Além do mais, quando os exilados conseguem chegar à nação desenvolvida sofrem xenofobia dos nativos, pois também há desemprego. Desse modo a comunidade, mas principalmente os desempregados, sentem uma ameaça em relação aos empregos, pois podem ser tomados por esses imigrantes ilegais, uma vez que empregadores pagam salários mais baixos e sem contrato de emprego legais e legitimados.
Consequentemente, medidas são necessárias para resolver esse impasse. As nações têm que estabelecer a entrada ilegal, criando métodos junto à ordenações não governamentais para legalidade, acolhimento e inclusão desses à sociedade, com empregos e moradias dignos. Ainda, como disse Immanuel Kant “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”, por isso é preciso fornecer informações sobre as pessoas em situção de exílio nas escolas, a fim de conscientizar e tornar a população mais tolerante.