As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 03/11/2021
Diferente das pessoas que migram em busca de uma melhor qualidade de vida,os refugiados são obrigadas a fugir de seu local de origem para buscar proteção,seja para se proteger de perseguições,de guerras,conflitos ou abuso de poder.Esse fluxo migratório aumenta o número de ataques xenofóbicos e as taxas de desemprego conjuntural, problematizando a estadia desses imigrantes. A ditadura militar Brasileira de 1964,a guerra civil Síria,as grandes guerras mundiais ,são exemplos de acontecimentos nos quais muitos indivíduos foram forçados a se exilarem.Essa forma de fuga promove fortes ondas de emigração,principalmente para países próximos ou para os que facilitam a entrada de estrangeiros.Esses quando acolhidos por uma nação,tem uma grande parcela abrigada em improvisados campos de refugiados,onde pela grande concentração e a falta de estrutura,terão pouco saneamento, falta de atendimento médico e problemas sociais. Em 1951 uma convenção para tratar sobre os refugiados foi realizada em Genebra,nela foi decidido que os países devem garantir moradia,alimentação e assistência médica pelo tempo que julgar necessário,para que as pessoas refugiadas consigam um emprego,adquiram uma propriedade e se estabilizem provisoriamente nesse país,de modo que quando o problema enfrentado pelo seu pais natal acabar,esses indivíduos possam retornam em segurança. Nota-se, portanto, a necessidade do investimento do capital estatal em boas infraestruturas dos campos de refugiados, já que apesar de provisórios,servem por longa data a maioria dos imigrantes.Campanhas educacionais para melhor recepção e combate a xenofobia devem ser promovidas por escolas,somadas a projetos de abertura de vagas no mercado de trabalho realizados pelo estado.