As dificuldades do acolhimento de refugiados

Enviada em 16/11/2021

Segundo o ACNUR ( Alto Comissariado das Nações Unidas para os refugiados), milhares de pessoas deslocam-se de seus países de origem por motivos como, persequição política e religiosa. Neste caso, o Brasil é um dos países signatários dos termos defendidos pelo ACNUR, que garante condições necessárias para um vida digna. Entretando, os refugiados no país tupiniquim enfrenta condições contrárias ao que é pregado por tal organização, sendo evidente a falta de políticas públicas eficientes, que visam um tratamento humanizado dessas pessoas, e casos de xenofobia por parte dos brasileiros.

Sob esse viés, é válido destacar a importância de políticas públicas que objetivam o acolhimento de refugiados. Nessa lógica, é louvável citar a ativista paquistanesa Malala, vítima de um atentato e que refugiou-se no Reino Unido, que destaca a importância dos Estados no acolhimento e promoção de infraestrutura para possibilitar uma inserção digna dessas pessoas. Entretando, o Brasil segue um caminho contrário ao que é recomendado pela ativista, sendo evidente a falta de engajamento dos poderes representativos na criação de políticas públicas eficiêntes, como a desburocratização do processo de aceitação do pedido de refúgio e a dificuldade no acesso a moradias o que causa uma exclusão dessa população aos difeitos básico defendidos pela ONU. Apenas oferecendo uma condição favorável para o desenvolvimento social dos refugiados o Brasil passará a cumprir o que é contida na Carta Magna de 1988, que garante vida digna e acesso as garantias do Estado.

Além disso, é importante frisar que casos de xenofobia no Brasil precisam ser combatidos. Sob esse óptica, segundo o jornal Nexo, 8 em cada 10 refugiados no país já sofreu algum caso de hostilidade devido à sua nacionalidade. Essa lógica é perpetuada por notícias sensacionalistas que disseminam medo à populaçao abordando temas como desemprego e aumento da violência, associando essas mazelas sociais à entrada de estrangeiros. Para reverter essa realidade, jornais sérios que veiculam informações confiáveis se tonam uma ferramenta importante na superação de casos de xenofofia, mostrando-se a realidade enfrentado por esses estrangeiros que não possuem o amparo necessário no Brasil para terem uma vida digna .

Por fim, o Ministério da Cidadania precisa por meio de políticas públicas eficientes capacitar locais para assentar os refugiados e estabelecer um planejamento de desenvolvimento humano, acordando paltas como, educação de qualidade, capacitação profissional bem como a atuação do Ministério da Educação em oferecer cursos voltados para à familiarização dessa populaçao ao idioma português. Apenas seguindo essas recomendações o Brasil possibilitara a inserção humanizada dos refugiados e gatantir os direitos básicos, como é defendida pelo ACNUR.