As dificuldades do acolhimento de refugiados

Enviada em 18/11/2021

A história do sírio Ibrahim Al- Hussein faz com que se acredite no acolhimento dos refugiados no mundo.Sua tragetória até chegar a Olimpíada de Tóquio como integrante da delegação dos paraatletas mostra que não se pode deixar pessoas refugiadas  às margens da sociedade,em condições de miséria.E apesar da maioria dos países estarem em dificuldade e a chegada de mais pessoas onerar ainda mais os cofres públicos,pode-se pensar em torná-los  força produtiva e ajudar o país a sair da crise.Isso sem citar as ajudas humanitárias divulgadas na internet para ajudar os refugiados neste momento difícil.Os exilados saíram de seus países por várias difuculdades e que ainda persistem o mesmo quadro,senão não continuariam longe dos seus familares e amigos e tendo notícia da saída de muitas outras pessoas,indo para lugares cada vez mais longe da sua terra natal.

As dificuldades enfrentadas pelos países  que recebem os refugiados no mundo são grandes e difíceis de reverter.As populações nativas  já sofrem por falta de moradia,saúde,educação e emprego,inclusive em países de primeiro mundo.Entretanto ,os asilados deixaram seus países muitas vezes para salvar a própria vida e sonham com um novo começo,não se esquivando de trabalhar em qualquer setor para sobreviver. Muitas dessas pessoas têm uma profissão,uma formação que deixou para trás,mas isso não retira o mérito de exercer essa profissão em outro país.Na verdade ,pouco se sabe sobre essas pessoas, e o quanto elas poderiam somar aos trabalhadores no seu novo  país .Elas poderiam passar de problema à solução,basta que tenham chance de serem acolhidos e integrados na sociedade.O Papa Francisco já falou que “os direitos humanos não são violados  apenas pelo terrorismo e assassinatos ,mas também pela existência de extrema pobreza e de estruturas socioeconômicas injustas que geram grandes desigualdades”.É injusto que seres humanos enfrentem dificuldades da natureza desses refugiados  e não existam grupos ou pessoas que possam ajudá-los.

Deprende-se portanto ,que além da ajuda humanitária com as doações num primeiro momento, para suprir necessidades  básicas de sobrevivência,se faz necessaria a implementação, por parte dos governos e seus  Ministérios,da educação,saúde e  da Cidadania,de políticas públicas de inclusão,através de cadastramento de todos os refugiados,acolhendo ,direcionando ao mercado de trabalho e integrando essas pessoas no país que escolheram para reiniciar sua vida e  podendo trazer  sua família, o que também é muito importante, viverem de forma digna e humanizada,até que  em seu país retorne a paz e um dia voltem para casa,que é o que almejam todos os que passam por essa situação no mundo.