As dificuldades do acolhimento de refugiados

Enviada em 28/04/2022

Segundo dados do IBGE (2019), cerca de 40 mil refugiados chegam ao Brasil por ano e 40% estão desabrigados. Essa situação atrelada ás grandes crises dos países vizinhos, os refugiados saem do seu país local por conta da falta de emprego e a dificuldade de sobrevivência. Um grande número busca o Brasil, mas o território não consegue abrigar todos eles, em virtude de poucos abrigos e por escassez de projetos relacionado ao assunto. Logo é crucial retificar tal problema.

Em primeira análise, com o intuito de melhorar sua condição de vida os refugiados procuram outros lares. Evidencia-se que 40% dos indivíduos que saem em busca de uma melhor condição de vida, não encontram o que esperam, ou seja, uma oportunidade de trabalho para alterar seu cotidiano. De maneira análoga a esse fato, eventualmente o Estado não consegue auxiliar toda essa nova população, por consequência de falta de projetos para conter o imbróglio. Por outro lado algumas associações privadas, tem o hábito de amparar essa coletividade, com moradias, comidas e roupas que são doadas a fim de ajudar esses grupos. De certo, o Estado e os demais orgãos públicos deviam se espelhar nesse feito.

Em segunda análise, é notório que devido a qualidade de vivência desses seres, direciona á múltiplas dificuldades, por exemplo: fome e falta de moradia. Ademais, segundo o ex-senador Pablo Neruda, “Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências.” A partir dessa observação, entende-se que por outra perspectiva, a escolha desses indivíduos não só poderia dar certo mas também errado. Por evidencia dos altos índices registrados pelo IBGE, na maioria dos novos casos de refugiados no Brasil, o efeito de suas expectativas de melhores condições de vida, é negativo.

Depreende-se, portanto, a adocão de medidas de que venham diminuar esses altos números de refugiados desabrigados. Dessa maneira, cabe ao Estado e ao Governo Federativo executarem novas medidas de resolver o problema, por meio de novos projetos criando novos abrigos e integrando esses cidadãos no mercado de trabalho. Desse jeito, será possivél resolver o imbróglio dessas pessoas em situações precárias.