As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 05/05/2022
Segundo dados do IBGE (2019), cerca de 40 mil refugiados vivem no Brasil e aproximadamente 45% estão desabrigados. Entretanto, o Brasil não consegue abrigar todos eles, em virtude da falta de abrigo e escassez de projetos. Essa situação está atrelada às grandes crises nos países vizinhos. Consequentemente, os expatriados buscam o território brasiliense para uma nova vida, pois, há uma dificuldade de vivência em suas nações de origem. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a falta de emprego e a luta contra a fome. Logo, autoridades governamentais, indubitavelmente, devem retificar tal imbróglio.
Em primeira análise, com o intuito de melhorar sua condição de vida, os refugiados procuram outros lares a fim de um emprego e uma nova vida. Em síntese, eventualmente o Estado não é capaz de auxiliar toda essa nova população, por consequência de falta de projetos para conter o empecilho. Por outro lado, de acordo com o CONARE (Comitê de Refugiados no Brasil), algumas associações privadas têm o hábito de amparar essa coletividade, com moradias, comidas e roupas são doadas a fim de ajudar esses grupos. De certo, o Estado e os demais órgãos públicos deveriam espelhar-se nesse feito.
Em segunda análise, é notório que devido à qualidade de vivência degradante desses emigrados, acaba direcionando á múltiplas dificuldades, por exemplo: fome e falta de moradia. Ademais, segundo o ex- senador Pablo Neruda, “Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências.” A partir dessa observação, conclui-se que, por outra perspectiva, a escolha desses indivíduos não só poderia dar certo mas também errado. Por evidência dos altos índices registrados pelo IBGE, na maioria dos novos casos de refugiados no Brasil, o efeito de suas expectativas de melhores condições de vida é negativo.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham amenizar esses altos números de refugiados desabrigados no Brasil. Dessa maneira, cabe ao Estado e ao Governo Federativo executarem novas medidas para suavizar o problema, criando novos projetos, abrigos e integrando esses cidadãos no mercado de trabalho. Desse jeito, será possível resolver o imbróglio dessas pessoas em situações precárias.