As dificuldades do acolhimento de refugiados

Enviada em 19/07/2022

Portugueses. Italianos. Africanos. Indígenas. Alemães. Além dos citados, o Brasil é formado por vários outros povos e culturas, o que resulta em uma grande missigenação. Entretanto, quando se trata de refugiados - pessoas de outros locais que buscam abrigo e acolhimento - o brasileiro esquece de suas diversas raízes. Essa atitude resulta em uma enorme xenofobia e no aumento das desigualdades sociais no país.

De acordo com a geografia, existem dois motivos para que a migração aconteça: atração e, como no caso dos refugiados, repulsão, na maioria das vezes causada por guerras. Essas pessoas se mudam em busca de sobrevivência, de melhores qualidades de vida. Porém, ao chegarem no novo país, são submetidos a humilhações e preconceitos, sofrem com a xenofobia, que é ocasionada pela falta de empatia e acolhimento, e pela inexistência de leis mais severas que punam esse ato criminoso.

Ademais, outro problema enfrentado pelos imigrantes é a falta de emprego e moradia, que resultam em um aumento na desigualdade social. Segundo à Organização das Nações Unidas, os refugiados devem estar totalmente integrados à cidade que habitam e precisam contribuir para o desenvolvimento da mesma. Contudo, a xenofobia impede que tais pessoas consigam empregos e condições de vida melhores. Essa situação prejudica não somente os migrantes, como também o país que habitam.

Portanto, fica claro que medidas devem ser tomadas para que o problema seja solucionado. Para isso, é necessário que o Poder Legislativo crie, por meio de leis, punições severas para o crime de xenofobia, que visem a extinção dessa prática. Outrossim, o Governo deve fazer campanhas nos meios de comunicação, com propagandas e imagens, que busquem informar a população em geral sobre a situação desses refugiados e a importância do respeito e empatia com eles. Com o desenvolvimento dessas ações, o Brasil se tornará um país mais acolhedor e menos desigual.