As dificuldades do acolhimento de refugiados

Enviada em 12/03/2023

Refugiados são pessoas que estão fora do seu país devido a fundados temores de perseguição. No entanto, diversos países têm dificuldade de abrigar e garantir a sobrevivência dessas pessoas. Contudo, muitas pessoas que se encontram nessa situação vivem de forma precária nas periferias das cidades devido à falta de estrutura do país e os obstáculos de estar recostruindo sua vida em outro lugar.

Primeiramente, é importante citar a baixa estrutura de alguns países diante a esse cenário. Dessa forma, o país não dá um suporte necessário, como moradia e alimentação e, sendo assim, não garante uma qualidade de vida para essas pessoas. Segundo dados divulgados pelo CONARE (Comitê Nacional para os Refugiados) no relatório “Refúgio em Números”, o Brasil reconheceu, até o final de 2017, um total de 10.145 refugiados de diversas nacionalidades. Entretanto, o governo não se sente na responsabilidade de apoiar e cuidar dessas pessoas, e elas ficam à mercê na esperança de viver de forma melhor.

Ademais, nota-se uma dificuldade dessas pessoas em recomeçar a vida  em outro lugar. De acordo com Albert Einstein, “Dificuldades e obstáculos são fontes valiosas de saúde e força para qualquer sociedade”. Isso porque, para viver em sociedade é necessário saber lidar com as diferenças e respeitá-las, contudo, surgem diversas barreiras na convivência com outras pessoas, como o idioma, cultura, raça e etnia, entre outros. De modo que esses fatores atrapalham na socialização e na reconstrução de uma nova história de vida, privando esses emigrantes a viver uma vida boa.

Portanto, para garantir uma melhor qualidade de vida para esses refugiados, é necessário que a ONU faça um acordo com os países, de modo que ao receberem pessoas em situação de refúgio seja disponiblizado o acesso à moradia e alimentação por um certo período, até qua a pessoa se estabilize no país com a finalidade de ajudar essas pessoas a reconstruir um futuro pelo qual possam se orgulhar. Outrossim, é importante que as mídias façam campanhas que demonstrem a necessidade de acolher essas pessoas, de modo que possa incentivá-las a recomeçar com a finalidade de não propagar o ódio e tornar a sociedade mais afetiva.