As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 08/03/2024
Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948, prevê que todos os cidadãos, incluindo refugiados, têm direito à proteção. Contudo, este documento não é assegurado, visto as dificuldades do acolhimento de refugiados em todo o globo terrestre. Nesse contexto, é destacado a negligência governamental como fator agravante.
Segundo a ACNUR - Alto-comissariado das Nações Unidas para os Refugiados - foram reconhecidas 65mil pessoas como refugiados no território brasileiro até 2022. Porém, quais são as dificuldades enfrentadas por essas pessoas em um novo país? Ainda no site oficial da ACNUR é possível ver que o maior problema é no quesito da geração de renda, incluindo nessa temática a dificuldade de conseguir empregos rentáveis. Tal situação se deve pela barreira entre os idiomas e o reconhecimento de habilidades dos refugiados, vistos, em sua maioria, como pessoas “malandras” ou até mesmo “ladrões”.
Outro fator que dificulta o acolhimento dos emigrados é a violência e riscos a que são sujeitados no novo país. Com frequência, habitações de refugiados estão localizadas em áreas marginalizadas e isoladas ou onde há a atuação de gangues ou outros grupos criminosos, o que aumenta o risco de insegurança.
Deste modo, no governo nacional de cada país - responsável pela segurança e bem estar de sua sociedade, incluindo os refugiados - é necessário que haja uma priorização para o acolhimento dessas pessoas, por meio de políticas públicas que contribuirão na conquista de empregos e moradias, além da segurança de cada indivíduo. Dessa forma, o índice de refugiados não formalizados no país, despencará e trará benefícios tanto para o governo, quanto para a sociedade.