As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 09/03/2024
A Constituição federal, promulgada em 1988, prevê que todos cidadãos têm direito à vida. Contudo, este documento não é assegurado, visto que as dificuldades do acolhimento de refugiados tem aumentado cada dia mais. Nesse contexto, destacam-se a negligência governamental e o preconceito como fatores que agravam esse problema.
Diante desse cenário, é válido ressaltar a negligência governamental como um dos motivadores do problema. De acordo com uma pesquisa realizada para a Agência da ONU para Refugiados ACNUR, Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados, mostra que 55,7% dos refugiados no Brasil estão desempregados. Assim, é nítido a quebra de contrato social compreendida pelo filósofo John Locke visto que, a existência de leis universais para refugiados não estão sendo seguida. Faz-se imprescindível, portanto, a dissolução dessa conjuntura.
Sob essa perspectiva, vale ressaltar ainda o preconceito que determina uma grande dificuldade do acolhimento de refugiados. Tendo em vista que 47% relatam já terem sofrido discriminações, devido às suas nacionalidades, descriminações que podem ocorrer de inúmeras formas, que vão desde a recusa de um emprego, podendo chegar até a agressões físicas.
Portanto, pode-se inferir que as dificuldades do acolhimento de refugiados é
relevante e precisa de soluções. É importante que o Governo federal, em parceria com a ONU, Organização das Nações Unidas, executem as leis já existentes e estabeleçam limites a população local devido a xenofobia, por intermédio de palestras, campanhas e bancas de suporte. A fim de promover uma melhor qualidade de vida as pessoas refugiadas. Espera-se, com isso, que os refugiados tenham seu direito a vida, de modo que se cumpra o que foi estabelecido na Constituição de 1988.