As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 09/03/2024
A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6º, o direito à dignidade como inerente a todo cidadão brasileiro. Ainda que, tal prerrogativa não tem se reverberado com enfasê na prática quando se observa a quantidade de refugiados nas ruas, dificultando, desse modo, a universalização desse direito social tão importante.
Diante desse cenário, cabe destacar a ausência de medidas governamentais, para combater, por exemplo, a xenofobia que está presente no cotidiano. Nesse sentido, pode-se observar a falta de emprego e moradia para estrangeiros. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como educação, moradia e segurança, o que é evidente no país.
De acorodo com o G1, mais de 1000 refugiados ficaram sem emprego, educação e moradia devido ao preconceito e a falta de comunicação por ser uma língua diferente. Ademais, muitos refugiados são mortos todos os dias por falta de alimento, abrigo e saúde, podendo constar que a grande maioria não tem acesso a saúde física e, primcipalmente, mental.
Portanto, para que esse preconceito e essas mortes dos refugiados sejam de fato eliminadas, é necessário que o governo federal, maior autoridade do país, construa mais abrigos e promova campanhas por meio da internet e de redes sociais, a fim de possibilitar um mundo melhor para todos.