As dificuldades do acolhimento de refugiados
Enviada em 14/07/2025
A Constituição Federal Brasileira, em seu artº 6, garante que todos direitos básicos a todos. Entretanto, no atual governo, tais direitos são inegavelmente negados aos refugiados, contradizendo às leis máximas do país. Ademais, o problema, torna-se agravado pela xenofobia e negligência governamental, sobre o caso. Assim sendo, deve ser proposto maneiras para resolucionar, a problemática.
Em primeira análise, ressalta-se a xenofobia populacional enraizada como um fator histórico determinante da situação. Visto que, a perpetuação na sociedade, gera uma série de desafios aos refugiados, ora na entrada do país, ora na perpetuação do mesmo. Bem como, o anime “Shigeki no Kyojin” - série animada oriental - onde demonstra à aversão das nações, aos “filhos de Ymir”, e suas tentativas de opressão aos mesmos. Logo, para que esse cenário não se pendure deve haver mudanças, na impressão social, sobre os estrangeiros.
Outrossim, a negligência governamental é um desafio para a superação do tema. Isso ocorre, pela falta de atenção do governo e subsídios investidos na causa, impedindo um crescimento positivo e aumentando o índice nacional de efêrmidades, desempregos e roubos. Sob o mesmo ponto de vista, do autor Murry Rothbard, “A Anatomia do Estado”, os governantes buscando lucro e poder, em vez do bem-estar coletivo, acabam prejudicando o bom funcionamento do Estado. Dessa maneira, urge-se a promoção de investimentos nesse setor.
Portanto, é de grande importância a elaboração de medias para a resolução dos conflitos. Assim, cabe ao MEC, Ministério da Educação e Cultura - órgão responsável por mediar e elaborar à educação da nação - trazer ao futuro da nação, às crianças, conhecimentos sobre os outros povos e a importância de uma postura tolerante, por meio das instituições de ensino básico, a fim de promover uma intelectualidade positiva sobre a migração. Como também, cabe ao MJSP, Ministério da Justiça e Segurança Pública, adjunto ao MDH, Ministério dos Direitos Humanos, e ONG’s revisar e aumentar os investimentos públicos de apoio aos imigrantes e refugiados, por intermédio de reuniões e planejamentos socioeconômicos, com a finalidade de aumentar qualidade de vida e minimizar os problemas decorrentes. Somente assim, teremos a plenitude da Constituição.