As dificuldades do Poder Judiciário no Brasil

Enviada em 08/08/2019

Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. Contudo, quando se observa o poder judiciário brasileiro, a realidade é totalmente o oposto e essa ideia Iluminista foi desenvolvida apenas na teoria e não desejavelmente na prática. O problema persiste intrinsecamente.  Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.

Mormente, a questão constitucional e suas aplicações estão entre as causas do problema. Segundo, o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira analógica, é possível perceber que, no Brasil, a falta de juízes rompe essa harmonia. De acordo com a ministra Cármen Lúcia em entrevista ao Conselho Nacional de Justiça, há 80 milhões de processos a serem julgados por apenas 16 mil juízes. Diante do exposto, esse fato social é inadmissível.

Faz-se mister, ainda, salientar a negligência do estado como impulsionador do não desenvolvimento dos juízes nessa área. Segundo, Albert Einstein ‘‘A menos que se mude a forma de pensar o progresso é impossível’’. Diante de tal contexto, a população deve se manifestar em prol dos seus direitos, e não permitir que sejam vítimas disso. Ademais, a necessidade do povo deve se suprida.

Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de uma sociedade melhor. Dessa maneira, urge que o governo deve investir mais no sistema judiciário visando beneficiar os indivíduos em geral e em especial os que precisam que essa demanda seja solucionada. Como também esses cidadãos através de manifestações, devem exigir  seus direitos. A partir dessas ações espera-se promover melhoras nas condições judiciais brasileiras.