As dificuldades do Poder Judiciário no Brasil
Enviada em 31/07/2019
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos humanos garante a todos indivíduos ao direito a segurança e ao bem-estar social. No entanto, a demora dos processos judiciais impossibilita o desfrute do direito universal na prática. Diante dessa perspectiva cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.
O Governo é o fator principal no desenvolvimento de um país. Seria racional acreditar que no Brasil possui um sistema público eficiente. Contudo, a realidade e justamento o oposto e o resultado desse contraste reflete na dificuldade do poder judiciário no Brasil: Em 2008, 70 milhões de processos tramitaram pela justiça, em 2009, 80 milhões de processos, com apenas 16 mil juízes para julgar. Dessa forma, é inaceitável que permaneça com tal alta demanda de processos atrasados.
No momento em que um cidadão necessita recorrer a justiça por determinada divergência social, conta que seu problema seja solucionado o quanto antes e justamente julgado. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da ´´ modernidade líquida´´ vivida no século XXl. Perante tal contra tempo medidas eficientes devem ser inovadas.
O Governo junto ao Ministério judicial devem se reunir em debate de causa e consequência dos processos em atrasos; o governo deve abrir mais oportunidade de concursos públicos para juízes, faz-se assim capacitação com mais agilidade nos processos em atrasos. Contratando administradores e auxiliares para organização dos processos com maior agilidade a serem julgando. Construir edifícios públicos para maior atender a população com rapidez e flexibilidade nos processos chegados; Colocar fiscalização nos comércios/empresas para manter o controle e ética do Direito do Consumidor e trabalhador. Sendo assim a diminuição de processos de pequenas causas, podendo contar com a fiscalização judicial no local.