As dificuldades do Poder Judiciário no Brasil
Enviada em 06/08/2019
De acordo com a Constituição Federal de 1988 é dever garantir os indivíduos o direito coletivos e sociais e resolver conflitos entre cidadãos, entidades e estado. Dessa maneira vê-se que, o poder mesmo após avanços nas qualidades a situação de iniquidade persiste na sociedade brasileira, devido uma estrutura que não consegue atender às demandas da justiça dentro do ritmo necessário, e isso causa a preocupação com a morosidade do sistema judicial.
É indiscutível que as dificuldades social está entre as causas do problema, tendo em vista que, as normas jurídicas só são válidas se conformarem à ordem brasileira que estabeleceu um método, atos legislativo e administrativo. Nessa lógica, segundo a versão de 2016 do relatório “Justiça em Números”, elaborou pelo CNJ a partir de dados referente a 2015. Assim, ressalta-se o excesso de demandas, é gerado por inúmeras ações que obrigatoriamente são responsabilidades do judiciário, porém na visão de diversos especialistas não deveriam ser.
Além disso, o poder jurídico no Brasil encontra terra fértil para solucionar conflitos entre os cidadão na falta de empatia. Na obra “Modernidade Líquida”, Zygmunt Bauman defende que a pós-modernidade é fortemente influenciada pela justiça do individuo. Em virtude disso, há, como consequência a falta de empatia, pois, para se colocar no lugar do outro, é preciso deixar de olhar apenas para si. Essa liquidez que influi sobre a questão das dificuldades do judiciário funciona como um forte empecilho para a resolução.
Portanto, o governo deveria dar total importância e não medir esforços contra esse grave problema, com a utilização de campanhas de concientização contra essa tal morosidade e não descartando uma punição perante a justiça, mas também contar com o apoio do ministério da educação. Por fim é preciso que o poder publico firme parcerias com iniciativa privada para reformar a infraestrutura e assim, poderá ser superada na nação à ditadura prevista pelo juristas.