As dificuldades do Poder Judiciário no Brasil
Enviada em 04/08/2019
Ao término do Segundo Reinado do Brasil houve a Proclamação da República que deu início à uma nova fase no Brasil na qual foi instituído a divisão dos poderes como proposto pelo iluminista Montesquieu - Executivo, Legislativo e Judiciário - removendo o Poder Moderador de uso exclusivo do Rei. No entanto, atualmente, o Poder Judiciário brasileiro passa por dificuldades. Isso ocorre, seja pelo acúmulo de processos em tribunais, seja pela ausência de relação entre o serviço público e o cidadão. Dessa forma , é necessário contornar esses empecilhos.
A priori o excesso de processos em tribunais é um dos responsáveis pelas dificuldades atuais do Poder Judiciário no Brasil. Nesse espectro, é visível que devido a morosidade do serviço público em tribunais ocasionaram a abertura, cada vez maior, de processos judiciais sobrecarregando o Judiciário de atividades, em alguns caso, fúteis. Ademais, há, também, um déficit na quantidade de juízes em relação a quantidade de processos. Sendo assim, urge melhorar a efetividade dos funcionários públicos nos tribunais.
A posteriori, percebe-se a fraca relação entre o serviço público e a sociedade o que aumenta as dificuldades do Poder Judiciário no país tupiniquim. Isso pois essa fraca relação causa a procura, cada vez mais frequente, para abertura de ações judiciais - com casos que órgãos públicos, como o PROCON, poderiam resolver- aumentado a demanda de casos no Poder Judiciário. Dessa maneira, é importante melhorar a conexão entre os órgãos públicos e os cidadãos.
Infere-se, portanto, que os desafios pelo qual o Poder Judiciário brasileiro passa atualmente devem ser solucionados. Primeiramente, é imperioso que o Governo Federal melhore a efetividade de seus funcionários por meio de cursos e palestras preparatórias para que o acúmulo de processos tribunais e, consequentemente, de ações judiciais sejam reduzidos - visando, até mesmo, a redução da justiça aplicada pela própria população. Além disso, é mister que os órgãos públicos sejam mais amigáveis com o cidadão para que - por meio da conversação e maior atenção ao indivíduo - a sociedade reduza sua busca por ações judiciais. Assim, poder-se-á ter a justiça em sua máxima eficácia para a população.