As dificuldades do Poder Judiciário no Brasil
Enviada em 11/08/2019
De acordo com os ditados populares: “a justiça tarda mais não falha”. Por meio dessa premissa a justiça brasileira tem passado a mensagem falha persuadindo que seu trabalho contém o mesmo perfil, conforme a expressão. Em algumas situações, os processos são lentos e as tomadas de decisões vão simplesmente ficando para trás. Desse modo ocorre uma grande divergência nessa emenda, por ditar rapidez em alguns fatos e atrasos em outros. Entretanto, são referidas os problemas que impedem de ter uma solução para a melhoria do caso.
Afirma-se pela realidade que, a justiça Brasileira é uma mera negação por favorecer os problemas da classe rica e menosprezar a classe pobre. Segundo o advogado Humberto Luiz Júnior, defende o poder judiciário sem nenhuma distinção de classes, diz: “a sociedade evoluiu politicamente e o “Estado” ficou estagnado, por isso as ações judiciárias não são resolvidas de imediato”. Portanto, o pensamento do autor contradiz com a realidade. Por exemplo: observa-se um de muitos casos, como o de Carolina Dieckman, atriz global, com status sociais, além de rica tem mais outras qualidades, passou-se por uma situação desagradável e foi em busca do poder judiciário para que eles pudessem resolver o seu problema. Daí então, a réu no instante foi atendida e amparada por uma lei exclusiva: “A Lei de Carolina Dieckman”. Subentende-se que, as respostas vieram de imediato obtendo sucesso. Assim, logo faz-se juízo comparando um problema em ação com o outro sem ação, como foi o caso de Paula Oshikawa, uma mulher sem status sociais, que desejava fazer uma laqueadura sem ter filhos, daí então, ela descobriu que poderia fazer o procedimento de acordo com a lei 9.263/96, mais conhecida como A Lei do Planejamento Familiar, no qual o ampara. A reú foi em busca dos seus direitos e não obteve êxito. Logo, percebeu que a justiça Brasileira estava cometendo um gravíssimo erro por não atender a lei. Contudo, a mulher teve a ousadia de se expôr em redes de comunicações para poder gerar protesto. Dessa forma, a Justiça Brasileira cedeu a moça por ela ter ido mais além.
Com base no exposto não há como resolver o problema. Nota-se, que a justiça Brasileira é movida pela sua fraqueza e não pela ação. Beneficiá-se, aquele que é rico e dá vez a quem protesta em redes de comunicações. Então, mesmo que use a proposta solucionada pelo o advogado Humberto Luiz Júnior, de “aumentar mais profissionais, como: promotor, juízes e entres outros funcionários no poder judiciário, para causar o efeito de adiantar o aceleramento nos processos”. Isso não trará tanta repercussão, pois afinal ela já tem os seus “prediletos” e deixa isso bem claro, que não está apta de sujeitar as regras como é para ser, mas cumprir as suas necessidades, assim visto nos exemplos acima. Para tanto, a justiça Brasileira ela é paga e não falha!