As dificuldades do Poder Judiciário no Brasil

Enviada em 11/08/2019

O filósofo Montesquieu definia o poder Judiciário como o mais importante entre os da corrente tripartite, devido ao seu caráter ser a base da sociedade e possibilitar a resolução de conflitos pacificamente. Todavia, no Brasil, o acúmulo de processos nos tribunais e as dificuldades na administração do judiciário são problemáticas no país.

Inicialmente, cabe citar que no Brasil mais de 100 milhões de processos estavam em transmutação no ano de 2014, segundo o levantamento anual Justiça em Números. Isso evidencia a necessidade de uma melhora no serviço público para atender a extensa demanda, visto que o país é muito dependente do Judiciário para resolução de conflitos. O acúmulo das solicitações tem como conseguinte, a demora para resolução dos processos que chegam a levar anos até a decisão consolidada.

Ademais, a corrupção e o despotismo são outros problemas do judiciário brasileiro que levam às ilegalidades processuais e sentenças revoltantes, propiciando assim, o meio para o envolvimentos de autoridades em crimes de quadrilha. A falha no país não fica só no judiciário, ela se espalha também pelo legislativo e executivo, criando um cenário de horror à população com escândalos chocantes de corrupção.

Isso evidencia portanto, que medidas do Estado para mitigar a problemática sejam tomadas. A fim de diminuir as demandas das ações, o investimento do Estado em tecnologia de ponta, como os “juízes eletrônicos”, já existentes em alguns países, que são sistemas de inteligência artificial que são capaz de organizar causas repetidas para julgamento em larga escala. Além de tornar a justiça mais ágil para punir os corruptos a fim de manter o judiciário íntegro. Dessa maneira, as dificuldades do judiciário brasileiro serão superadas.