As dificuldades do Poder Judiciário no Brasil
Enviada em 11/08/2019
No livro ‘‘Mundos Paralelos’’ do Físico teórico e Professor Michio Kaku, é retratado o caminho da física tradicional na busca de teorias aplicáveis e adequadas para o avanço de problemas presentes na sociedade.Fora de ficção, é fato que a proposta apresentada por Michio Kaku pode ser aplicada no poder Judiciário do Brasil no século XXI : Gradativamente ,o acúmulo de processos e as dificuldades da administração do Judiciário crescem exacerbadamente.
Em primeiro lugar, o excesso de processos presentes no país demonstra que a sociedade, felizmente, é dependente do poder judicial, um exemplo dessa dependência ,segundo o site ‘‘JusBrasil’’ , de 2009 até 2012, cerca de 50 milhões de processos recebidos,confirmando a inerência da sociedade. Outrossim, o termo ‘‘processo’’ no país , se tornou algo comum, onde segundo uma pesquisa realizada pelo mesmo site ‘‘JusBrasil’’,obteve um resultado de,para cada 2,3 cidadãos,temos um processo judicial, logo, deduzindo que qualquer que seja a problemática,tem a chave chamada ‘‘processo’’ que o brasileiro quer parar tentar abrir ‘‘‘portas’’ para ele.
Ademais, a administração do poder Judiciário também contém excesso de problemas consideráveis inerente,com isso, tornando cada vez mais e mais pessoas dependentes do sistema judicial, um exemplo disso é o programa que fizeram ’’ processo virtual’’ onde são resolvidos virtualmente por conta da sobrecarga que inúmeros processos causavam para a administração pública,logo,é evidente o ‘‘penhasco’’ que se encontra a sociedade brasileira.
É Mister que o país tome providências para melhorar o impasse atual. Á administração pública junto a Associação de psicólogos do Brasil,irá criar um projeto chamado ‘‘Pacífico’’ ,através de verbas governamentais,com o objetivo de diminuir a demanda de processos e ajudando a administração pública com a carga de trabalhos, o projeto será realizado em um local alugado com psicólogos , chamando as pessoas que estão com problemas entre si para conversar e resolver sem precisar de alguma ‘‘superioridade’’.