As dificuldades do Poder Judiciário no Brasil
Enviada em 12/08/2019
Em 1988,quando foi promulgada a última Constituição Federal,os brasileiros adquiriram conhecimento dos seus direitos e deveres.Assim sempre que um desses lhes faltam,recorrem ao poder judiciário que tem a aptidão para julgar tais questões. Porém este poder se encontra saturado e moroso e isso deve-se ao alto número de processos e também de burocracias.
A enorme demanda de diversos conflitos da sociedade, está sobrecarregando os juízes e afins.Pois é muito trabalho para poucos encarregados, segundo o resumo da CNJ de 2009 a 2015 o número de processos cresceu 19,4% e mesmo com o índice alto de produtividade dos juízes,há um excessivo atraso nos julgamentos.Deste modo é possível perceber que é preciso uma melhor triagem dos mesmos,para que “desafogue” o judiciário.
O alto rigor das burocracias para que a audiência aconteça, impede que muitos casos de simples resoluções sejam esclarecidos facilmente. Já que o homem necessita de um poder superior para fazer justiça,pois John Locke afirma que “o homem não é bom juiz de si próprio, pois pode ser regido por interesses e ganâncias”, sendo assim cabe a cada um pelo menos o papel de contribuir para acelerar os processos.Posto isso,é de suma importância reconhecer a indispensabilidade do fato,para que muitas vezes seja resolvido amigavelmente.
Conclui-se então, que o Governo Federal deve contratar novos profissionais para agregar ao judiciário,mas além disso os processos seletivos precisam ser menos rigorosos para que as demais vagas sejam totalmente preenchidas.E que o Poder Legislativo sancione uma lei que permita que somente os processos litigiosos passem para o judiciário, os demais como pedidos de adoção, divórcios consensuais, inventários,alvarás e execuções de testamento,vá para um órgão voltado somente para a resoluções dessas causas . Isso contribuirá para que o jurídico seja veloz e eficaz.