As dificuldades do Poder Judiciário no Brasil
Enviada em 12/08/2019
De acordo com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2017, 80 milhões de processos estão em tramitação em todo o país e aguardam uma definição. No entanto, esses números são acrescidos diariamente, com isso, forma-se aos poucos uma grande “bola de neve”, em que muitas vezes os agentes do poder judiciário não conseguem resolver todos, por isso que a grande parte de processos judiciais costumam demorar.
Um processo judicial passa por quatro etapas antes de ser julgado. A primeira etapa é a cautelar, consiste em isolar e proteger o produto ou bem material evidente. A segunda etapa é chamada de conhecimento, ou seja, o juiz juga a causa e define quem é o correto. A terceira fase chama-se liquidação, que é justamente quando se é feito os cálculos do processo, então, é contado o material que está em cautela. Na última fase, a execução, o juiz garante ao detentor do título o cumprimento de seu direito, em outras palavras, é definido quem ficará com o bem material.
Entre todas essas etapas citadas anteriormente, há a contribuição de vários especialistas, assim sendo, é notório que os processos demorem, muitos chegam a mais de dois anos em andamento, desta forma muitos são acumulados e não há como ter um grande gerenciamento no poder judiciário. Além disso, é demandado muito dinheiro, tanto para processar quanto para arquivar processos pendente, assim, agravando a situação econômica do Brasil.
Portanto, pode-se notar que não é fácil contornar as dificuldades do poder judiciário, principalmente no andamento de processos, haja vista que há grande ocorrência. No entanto uma das medidas a serem tomadas deve ser ao acréscimo de agentes do poder judiciário, qualificados a entender o processo e adiantar ou resumir para que quando chegue ao juiz, possa ter um caráter simples e direto, desta forma, acelerando o andamento dos processos.