As dificuldades do Poder Judiciário no Brasil
Enviada em 13/08/2019
Na administração de um país há três esferas essenciais: o poder executivo- presta serviços públicos por meio de órgãos diretos e indiretos-, legislativo-elabora leis fiscaliza e controla os atos do executivo- e judiciário -julga de acordo com as regras da constituição e leis criadas pelo poder legislativo- assim assegurando o funcionamento do estado e garantindo os direitos civis. Nesse viés, o poder judiciário tem dificuldades para solucionar a alta demanda dos processos populacional derivado da falta de estrutura no sistema estagnado causando uma lentidão nos processos.
Em primeira analise, vale ressaltar que o problema de congestionamento judiciário esta relacionado a pouca estrutura comparada a alta demanda de processos- apos a constituição de 1988, que assegurou os direitos sociais essa demanda vem aumentando. A preparação da população para reclamar seus direitos gerou uma maior consciência que pressiona o judiciário em busca de soluções.
Nessa vertente, o problema não está na execução, mas sim na falta de juízes promotores e serventuários que garantem o funcionamento do sistema. um exemplo, há cerca de 15 mil processos civis para um juiz o que mostra o quão deficitário está o sistema. Está alta demanda cauda filas de meses ou ate anos na solução de processos o que deixa a população a deriva de seus direitos, não sabendo se serão atendido ainda com vida, uma vez que, alguns processos levam décadas meses e ate mesmo anos para serem penalizados.
Portanto, é evidente que o poder judiciário, no Brasil, é lento, ineficiente e caro. Com isso, faz se necessário que o poder executivo por meio de entidades administrativas invista no poder judiciário aumentando a demanda de juízes, promotores e serventuários, para que assim a estrutura se torne eficiente e as filas cheguem ao fim. Dessa modo o cidadão terá seus direitos civis assegurando e suas causa resolvidas.