As dificuldades do Poder Judiciário no Brasil

Enviada em 15/08/2019

No mundo antigo, acreditava-se que as dores de cabeça só seriam sanadas com o nascimento da justiça, assim surgiu Palas Athenas. Milhares de anos após o mito, verifica-se no mundo Ocidental a propagação dos males da injustiça. Desse modo, cabe ressaltar a condenação diante do preconceito, além disso se constata a procrastinação de processos perante o tempo.

Na minissérie norte-americana Olhos que Condenam, é demonstrado o pré-julgamento de jovens negros ao serem acusados de assassinato. Diante disso, é perspicaz a vulnerabilidade do contexto, visto que a cada 15 presos no Brasil 1 é inferido como criminoso injustamente. Ainda, cabe expôr a frase de Albert Einsten, em que ele afirma ser mais fácil desintegrar um átomo que um preconceito.

Além disso, no Brasil as mazelas urbanas acabam corroborando na ascensão na criminalidade, logo, ocorre a iminência de processos. Ademais, o site JusBrasil constatou a tramitação de 80 milhões de processos para quase 8 mil juízes. Assim, evidencia-se a longevidade dos processos, bem como a ineficiência dos resultados.

Entende-se, portanto, que o número atual de processos é reflexo da Coesão Social brasileira. Dessa forma, ocorre a necessidade de maiores verbas por parte do Estado, destinada a elementos básicos dos cidadãos -saúde, educação, trabalho e segurança-, afim de atenuar os números processuais ínfimos, dispondo à sociedade menores burocracias judiciárias. Ademais, a mídia dispõe o papel de intervir no preconceito por meio de propagandas televisivas e catálogos, situando aos representantes da lei e à sociedade, a consciência da diversidade -social, racial e cultural-, com o intuito de minimizar condenações injustas. Por certo, a mitologia grega remontará a realidade, pois voltará a deter dores de cabeça