As dificuldades do Poder Judiciário no Brasil

Enviada em 18/08/2019

Com o surgimento da constituição de 1988, o cidadão brasileiro começou cada vez mais se interessar e ir atrás de seus direitos, o que levou a sociedade evoluir de uma maneira politizada. Entretanto, o Poder Judiciário que é um dos três poderes, responsável pela administração da justiça na comunidade, não acompanhou o processo evolutivo e se estagnou no tempo. Diante disso, impasses foram aparecendo no campo jurídico, como atrasos nos processos tribunais e a negligência do estado na falta de investimentos e infraestrutura com o poder judicial.

No contexto relativo vê-se que, as principais dificuldades do Poder Judiciário no Brasil, são os inúmeros processos judiciais arquivados há anos sem nenhum retorno. Segundo o Supremo Tribunal Federal (STF), só em 2009 houve 80 milhões de processos aguardando decisão e apenas 16 mil juízes para atender a demanda. Isso ocorre devido à falta de políticas públicas efetivas que auxiliem o indivíduo a procurar outras alternativas para sanar definitivamente seus problemas de forma correta, em vez de deixar tudo centralizado no judiciário.

Ademais, é importante destacar que grande parte do problema vem da negligência do estado em não conseguir administrar de forma eficiente o Poder Judiciário, por ausência de investimentos nos materiais e recursos necessários para orientar o cidadão nos processos, além de poucos agentes no judiciário colaborando para o avanço. Por essa razão, que muitas instituições Judiciais Federais não conseguem cumprir o seu papel adequadamente.

Portanto, é mister que o estado tome providências para amenizar o quadro atual. Por meio de leis e investimentos eficientes com um planejamento adequado estabelecer políticas públicas que auxiliem o indivíduo nos processos, orientando a procura de caminhos mais diretos e rápidos, afim de diminuir, de maneira considerável a sobrecarga do Poder Judiciário. Além disso, é de suma importância que o governo crie métodos para sanar à falta de investimentos e infraestruturas que se encontra no judicial, para que os agentes consigam de forma eficiente cumprir seu papel na sociedade.